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segunda-feira, 3 de abril de 2017

A IGREJA PERSISTE VITORIOSA

A Igreja de Cristo – aquela que o Mestre instituiu como registra Mateus, 16.18 - continua a viver tempos difíceis neste mundo. Isso não é novidade, já que o próprio Senhor alertou sobre as aflições que nos assolariam. Fato é que a Igreja nunca teve tempos de bonança: se o povo de Deus tem vivido tempos venturosos em alguma parte do mundo, em outra, há uma Igreja sofredora; os crentes são perseguidos, massacrados, expulsos de suas casas e até mortos.

Muitas vezes, a percepção dessa realidade fica empanada pela infeliz concupiscência humana, a qual leva o homem a inclinar-se para os interesses materiais. Quando estamos fartos, tendemos a não ver a carência que assola a outros. Se ao nosso redor tudo se mantém bem organizado e não somos afligidos, ficamos cegos para as agruras sofridas por nossos irmãos.

Hoje, entretanto, boa parte dos servos do Senhor começa a perceber a opressão espiritual que visa a desestabilizar o caminho para a Sião Celestial. O mundo (sistema) está imergindo rápido nas águas poluídas do maligno; a podridão moral assumiu os sistemas político, econômico, e sociais, tendo já chegado ao terreno do sistema religioso que se diz cristão, mas não demonstra tal condição.

O Senhor Jesus, mais de uma vez, deixou claro que o seu Reino não é deste mundo. A Igreja é a luz do mundo, e luz não se associa a treva. Que comunhão há entre Cristo e o maligno? (2 Co 6.15). Todavia, a cada dia, as lideranças evangélicas brasileiras, mormente pentecostais, associam-se ao sistema político apodrecido e não abrem mão da “amizade” com os grandes deste reino pérfido. Jesus não aceitou a oferta satânica que lhe oferecia os reinos deste mundo; mas as lideranças travestidas de cristãs a aceitam sorridentes.

Enquanto vai crescendo o amor pelas coisas materiais, almas caminham para o inferno; muitas por desconhecimento do evangelho, outras por esfriamento da fé, gerado pelo escandaloso mau testemunho que veem. Ninguém se preocupa com a quantidade de desertores da fé em Cristo.

Parte desses desertores são tomados pelo mesmo espírito de engano exalado dos lobos devoradores, tornando-se massa de manobra dos vigaristas da fé, os quais oferecem mentirosas bênçãos materiais. Trata-se de uma população que está vendendo a alma ao diabo!

É hora de a Igreja de Jesus Cristo (nada com denominações sob gerenciamento humano) buscar mais ao Senhor e, destemidamente, anunciar o evangelho de salvação e desmascarar, sem medo, os líderes de outrora, que se distanciaram da verdade, por causa da ganância e do amor aos benefícios mundanos; e, com discernimento, também arrancar a máscara dos lobos vigaristas que encontraram uma multidão - não de incautos – de pessoas como aquelas que seguiam a Jesus, apenas em busca de saciarem as necessidades materiais.

O evangelho de João registra a repreensão de Jesus às pessoas que o seguiam em busca de bênçãos, sem atentar para as suas palavras e ensinamentos. “... Na verdade, na verdade vos digo que vós me buscais não pelos sinais que vistes, mas porque comestes do pão e vos saciastes. Trabalhai não pela comida que perece, mas pela comida que permanece para a vida eterna, a qual o Filho do Homem vos dará, porque a este o Pai, Deus, o selou” (Jo 6.26-27).

A Igreja não está abandonada neste mar da vida, a promessa do Mestre é inviolável: as portas do inferno não prevalecerão contra a Igreja. Quer vivamos, quer morramos, por Ele vivemos e por ele morremos.

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