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quarta-feira, 13 de abril de 2016

DÁ PARA DISCORDAR?

Não estou cansado; estou irritado com o excesso de "evangeliquês" vazio, inócuo, viciado, durante os cultos em grande parte das igrejas.
A maioria das pessoas não têm noção alguma do que é estar no templo: dizem "amém" e "gloriadeusaleluia" até para anúncio de falecimento do pastor. Sem contar a "grossolalia" que incomoda quem está assentado ao redor do "frevoroso" personalista.
Fico irritado por "ter que falar pro irmão ao lado", coisas que ele já sabe como "Você é bem vindo, irmão!", "Dê um sorriso de alegria, irmão!", Não vou ao templo para, necessariamente, falar ao irmão ao lado, durante o culto. Vou para falar com Deus, juntamente com os irmãos. Vou para cultuar ao Senhor.
Sabem o que é "cultuar"?
Cultuar é participar de uma cerimônia. A Bíblia relata o culto que no Céu é feito a Deus (Apocalipse, 4) Todo ato de culto tem uma finalidade e um referente; esse referente, porém, não é nenhum irmão que esteja lá.
Nosso social pode ser feito antes - ou depois - do culto, com um cafezinho, um abraço, um bom papo. Quando dá a hora de iniciar o culto, cada um se compenetre do que veio fazer. Posso ouvir um "aleluia"? Fale não, irmão!
Os nossos cultos têm que ter 99% de disposição interior, e 1% de demonstração exterior. Mas creio que, em geral, ocorre o contrário.
Falta educar o comportamento "religioso" da igreja evangélica, ou falta aos evangélicos o bom senso de levar a sério aquilo que já sabem?
Ev. Izaldil Tavares de Castro.

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