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quarta-feira, 13 de abril de 2016

PARA SE VERIFICAR, ANTES DE DISCUTIR

Uma questão está no ar, com relação ao "falar línguas estranhas" como confirmação do batismo com o Espírito Santo (pentecostalismo). O problema está no que se registra em Atos, 2 e em 1Coríntios, 14.
Em Atos, 2, aqueles crentes falaram línguas conhecidas dos ouvintes. Por que, nas igrejas pentecostais deste tempo, as línguas são, geralmente, "intraduzíveis ou estranhas"?
É provável que seja necessário entender o seguinte:
1. Em Atos, 2, ocorreu poliglotismo: o Espírito Santo manifestou-se, pela boca dos discípulos, nas línguas próprias dos ouvintes, embora os próprios falantes as conhecessem. Por outro lado, não é desse fenômeno que Paulo trata na 1Carta aos Coríntios, 14.
2. Na referida Carta, o apóstolo refere-se à glossolalia; ou seja, a experiência sobrenatural do falar línguas "não traduzíveis, ou estranhas".
Assim, o Espírito Santo pode valer-se do poliglotismo, desconhecido do próprio emissor (e assim tem feito inúmeras vezes), ou inspirar a glossolalia, como registram os versículos 2 a,6 da 1Carta aos Coríntios, 14.
Por essa compreensão, aguardo as observações de homens crentes e estudiosos da Escritura, tais como Genivaldo Tavares Melo, Magno Paganelli, Ciro Sanches Zibordi, Wellington Silva, Geremias Couto e muitos outros que, mesmo não citados, tenho-os como mestres.
Ev. Izaldil Tavares de Castro.

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