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quarta-feira, 10 de junho de 2015

DENUNCIAR OU IGNORAR?

 Nestes dias, vive-se a indignação de considerável quantidade de brasileiros (e de outras nacionalidades, em todo o mundo), relativamente à degradante cena promovida pela chamada Parada do Orgulho Gay, na Avenida Paulista, em São Paulo. Claramente não se vê tal ocorrência como desrespeitosa a apenas uma “religião”, mas como acinte aos bilhões de cristãos em todo o globo terrestre.
Não discuto aqui a estupidez e agressividade dos participantes da infâmia. Meu raciocínio caminha em busca do resultado positivo (ou não) das compreensíveis críticas de toda a população cristã, no planeta.
Nesse aspecto, há duas correntes: a que defende uma vibrante e intensa campanha de desagravo ao cristianismo; posição adotada por inúmeros religiosos cristãos e até por ateus que primam pelo respeito e boa convivência devidos ao ser humano, independentemente de suas convicções religiosas.
De outro lado, estão os que advogam a ideia de que quanto maior a abordagem do assunto nas mídias sociais, mais ocorre o resultado do tiro pela culatra, ou seja, o “jus esperniandi” surtirá efeito contrário, porque manterá no ar, à vista constante, um ato tão hediondo que interessa tão-somente aos devassos.
O que é melhor? Dar prosseguimento e invadir a mídia com protestos, ou deixar que o tempo dilua a sujeira como a água da chuva leva para o esgoto os detritos?
Parece de bom alvitre que se proteste fortemente; entretanto, convém notar que “reclamações” isoladas são as que mais ajudam aos interesses nefastos dos movimentos de “gays” anticristãos, depravados e absolutamente desprovidos de bom senso e dignidade: a escória da moral. Quanto mais se “cutuca” um cão, mais raivoso ele fica. A questão é saber-se qual a validade de se cutucar cães.
Caso se defenda o uso inteligente de não dar resposta direta, pode acontecer que o interesse dos “ativistas gays” se desvaneça; mas, apenas, até o próximo evento em que a erva daninha possa reaparecer nas nossas avenidas; uma vez que há, por ora, um governo, propenso a dar-lhes suporte, oferecendo-lhes apoio financeiro, ridiculamente subtraídos dos nossos impostos, e também de empresas simpatizantes de tal espécie de evento, o que me parece igualmente ridículo.
Mas não ficamos, os opositores dessa estultícia nacional, entre paredes. Se as críticas individuais podem trazer resultado que não nos interessa, há a possibilidade de se fazer a crítica institucional, manifestada unanimemente pelas lideranças do cristianismo cristão brasileiro e internacional.
Por que não se propõe uma manifestação gigantesca de desagravo, não só em São Paulo, mas em todo o território nacional? Quantos milhões de cristãos estariam nas ruas, do modo mais pacífico possível, em um mesmo dia e horário, mostrando a pujança de sua força cristã?
Não escrevo para trazer a solução ao embate; escrevo para propor reflexão, a fim de que nos encaminhemos para o que mais convém ao verdadeiro cristianismo.
Não cabe aos cristãos a vingança; logo, textos e comentários que tendem para essa linha apenas denigrem o bom proceder. Todo cristão tem o dever de primar pelo Amor, todavia, sabendo o que, - de fato - é a prática do Amor, a qual está longe da pusilaminidade.
A população cristã aguarda uma atitude enérgica, conjunta, serena de suas lideranças, sejam evangélicas ou não. O povo brasileiro, em geral, de propensão cristã, espera do Legislativo e, quiçá, do Judiciário a resposta que merece ser dada à vileza que se apresentou naquele sórdido evento.
Que o meu leitor se posicione como melhor lhe ditar a consciência e a maturidade cristãs.
Ev. Izaldil Tavares de Castro.
 

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