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quarta-feira, 15 de outubro de 2014

BÍBLIA NÃO É MORFINA!

 Quando um paciente é acometido de dores intensas, os médicos aplicam-lhe morfina, para anestesiar e amenizar o sofrimento; enquanto, paralelamente, buscam extirpar o mal que o ataca.
O povo brasileiro é agredido violentamente por uma sociedade e por um governo corruptos, desonestos, irreconciliáveis que lhe causam dores terríveis em vários aspectos da vida.
Nesse momento aparecem os que se valem da condição de um cristianismo mal explicado e mal vivido, ...a fim de justificar um comportamento passivo, apático, "morfinado" pela equivocada interpretação de mensagens bíblicas.
Normalmente, em vez de se proporem a uma reação ao esbulho, à má administração, à perseguição moral, aquietam-se, baseados em interpretações de que "a Bíblia diz que é assim mesmo".
Refuto tais atitudes; a Bíblia não ensina apatia, não é dose de morfina na hora do sofrimento. O cristão está em combate contra o mal, logo não se pode calar, enfiar-se na caverna.
Que os líderes evangélicos acordem para a instrução adequada de seu rebanho. Não se valham do "dar a César", porque dignidade, hombridade, valor moral não se dá a César! Cristo não ensinou isso!
Respeitar as autoridades constituídas é norma bíblica, mas eleger como autoridade os imundos não o é. Conviver numa sociedade pecaminosa é necessário, mas aceitá-la tacitamente não é necessário.
Há, pois, necessidade de que os cristãos brasileiros assumam seu lugar de destaque nesta sociedade corrupta, há necessidade de ser "sal da Terra" e "luz do mundo". Temos sido "luz apagada" e "sal insípido", motivo por que temos sido pisados pelos homens.
Há décadas, o verdadeiro espírito bereano quanto ao exame das Escrituras Sagradas está relegado ao esquecimento. Veem-se uns poucos interessados num pseudoestudo teológico, feito sem critério em cursos fajutos, oferecidos por homens desqualificados.
Os frequentadores de tais "cursos" também são pessoas de má fé, porque aspiram apenas ao "engrandecimento" de si mesmos, sem qualquer interesse pela correção, pelo estudo sério, pela dedicação no decorrer do tempo, que é longo.
Depois disso, procuram púlpitos de "igrejas" desprovidas de verdade, para, ali, transmitirem seu "des-conhecimento" de um cristianismo autêntico.
Izaldil Tavares de Castro.

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