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sexta-feira, 25 de outubro de 2013

ENSINOS ESTRANHOS


As atividades humanas são diversificadas; a cada indivíduo Deus deu capacidade para que se aplique ao exercício de uma função na sociedade. Até na administração eclesiástica há essa diversificação. Diz Paulo: “E ele mesmo deu uns para apóstolos, e outros para profetas, e outros para evangelistas, e outros para pastores e doutores”. (Ef 4.11).

Que quer dizer essa passagem? Creio que duas coisas: a primeira é que Deus chama a quem ele quiser, para o que ele quiser na sua obra. A segunda: o convocado deve preparar-se para executar a obra. A Timóteo Paulo exorta: “Persiste em ler, exortar e ensinar... Medita estas coisas, ocupa-te nelas para que teu aproveitamento seja manifesto a todos”. I Tm 4.13;15). Ora, que recomendação é essa, senão a do estudo para tornar-se competente, irrepreensível?

No mundo secular, as escolas de ensino técnico ocupam-se do preparo de um pessoal especializado em suas respectivas áreas e fornecem-lhes certificado de capacitação após a aprovação em rígidos exames teóricos e práticos. As Universidades promovem pesquisas científicas, a fim de capacitar em nível superior a mais ampla gama de profissionais e de intelectuais. De lá, saem os médicos, os engenheiros, os advogados, lá, formam-se os professores; os seminários e as faculdades (sérias) de Teologia preparam homens para o ministério evangélico.

Entretanto, vivemos uma época de um falso autodidatismo, visto da seguinte maneira: a pessoa não frequenta o rigor escolar, embebeda-se com uma literatura esdrúxula sobre determinado assunto, e sai a espalhar erros. Pior ainda, é ver tais pessoas arrogantemente se porem a discutir certos assuntos como se estivessem aptos para tanto.

Quem quer conhecer tem de estudar, esforçar-se, submeter-se à disciplina didática, seguir orientação bibliográfica e expor-se a avaliações. Caso contrário, não passa de soberbo na sua própria ignorância. O grande escritor, romancista brasileiro, Machado de Assis, não poupou crítica quando recomendou deixar-se ao sapateiro os sapatos.

Ev. Izaldil Tavares de Castro

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