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segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

A DITADURA DA HETEROFOBIA

Todo interesse totalitarista tem início na defesa de um ideal camuflado em aparentes boas intenções. A fim de alcançar seus objetivos, os signatários desses ideais não hesitam em valer-se de quaisquer ferramentas; inclusive as mais injustas, as mais descaradas. A História mostra uma extensa lista de exemplos desses fatos.
De uns tempos para cá, evidencia-se uma crescente onda de defesa dos direitos dos homossexuais. Tal defesa já atingiu tão grande proporção, que ocupa (sem necessidade) a atenção das nossas casas de lei. Por que sem necessidade? Porque já possuímos uma Constituição que garante os direitos absolutos de todas as pessoas.
Mas, até aí, nenhuma novidade: propor leis também é um direito constitucional nas democracias.
A novidade está em que se gerou uma dicotomia. Os defensores daqueles pretensos direitos, pretendendo a evidência e garantia de seus interesses, têm constituído a outra parcela da sociedade como seus inimigos.
Trata-se de pura estratégia o fato de se afirmar alhures que a sociedade aceita abrigar setores inimigos dos homossexuais. Não há apoio da sociedade heterossexual — que seja respeitosa da legislação — a qualquer atitude agressiva contra adeptos da homossexualidade, da mesma forma que não admite ofensas a quaisquer outros cidadãos. Em nossa terra, a discriminação, em qualquer de suas formas, é punida legalmente. A Constituição Brasileira protege amplamente os direitos de todos os brasileiros e dos estrangeiros que por aqui estejam.
O que se vê, numa onda crescente, é que alguns indivíduos partidários do homossexualismo valem-se da oportunidade para difundir uma espécie de ditadura heterossexual, na base de “quem não apóia nossos ideais é contra nós”. Vê-se em toda a mídia, principalmente na televisão, um apoio incondicional a tais atitudes; uma vez que incentiva a possibilidade de discórdia. A TV, injustamente, omite oportunidades iguais aos que não são favoráveis às práticas homossexuais. Refiro-me a entrevistadores, a temas de novelas e outras programações. Vê-se uma televisão tendenciosa, defensora da unilateralidade.
Na ala discordante estão os evangélicos brasileiros, agora vistos como inimigos dos gays. Por que os evangélicos? Porque são a parcela da sociedade capaz de criticar os atos que contrariam a Bíblia Sagrada. Apenas isso. Não há evangélico inimigo de ninguém, porque temos uma conduta cristã. Sabemos que Deus ama a todos os homens, por isso praticamos o mandamento bíblico do amor ao próximo.
Ora, praticamos o amor ao próximo, defendemo-lo das ofensas, independentemente de suas convicções ou comportamentos. Isso, entretanto, não quer dizer que apoiamos todos os seus atos, que justificamos todas as suas condutas. Ao contrário, apontamos, sem medo de qualquer represália, todos — absolutamente todos — os atos e condutas que não acatam ou que ofendem os princípios bíblicos. Sem dúvida, repudiamos o pecado que, para quem não sabe, é o desvio da vontade divina entregue aos homens por intermédio das Escrituras Sagradas.
Portanto, ainda que interesses escusos se valham de nossas posições — contra o pecado, repito; nunca contra pessoas — para nos tachar de intolerantes ou perseguidores, continuaremos a amar os que não se sujeitam às verdades bíblicas, mas jamais deixaremos de apontar os erros que cometem.

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