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sábado, 1 de janeiro de 2011

COMO OS ADORADORES DE BAAL

Os povos pagãos da Antiguidade criavam deuses para suprir as suas necessidades espirituais. Os cananeus, por exemplo, primeiros habitantes de uma terra chamada Canaã, cultuavam, entre outros deuses, a Baal, seu deus supremo. Em hebraico, esse nome atribui senhorio a um deus.
Havia desdobramentos de Baal: os baalins. Os cananeus sacrificavam vidas humanas, a fim de apaziguar a ira daqueles seus múltiplos deuses. O Deus de Israel instruiu os seus filhos a não seguirem os hábitos daquela gente que habitava a região da Promessa a Abraão.
Porque os habitantes de Canaã se opunham ao verdadeiro e único Deus — o Deus de Israel — sua cultura se tornara maldita e condenada à extinção.
Para se conhecer toda essa História, é necessário ler-se a Bíblia, em toda a extensão do Antigo Testamento, principalmente no período que envolve o reinado de Acabe e de Jezabel (I Reis 18).
A Igreja atual também vive tempos bem marcantes, relativamente à escolha da vida espiritual. Perdura uma implacável guerra entre a Luz e as Trevas; e, infelizmente, muitos não veem a luz, por isso, mergulham nas densas trevas de Satanás.
Nesse final de ano de 2010, é de abismar a notícia de que a Prefeitura do Rio de Janeiro recorreu a uma entidade pagã, a fim de pedir proteção para os festejos do “reveillon”. O ilustre prefeito daquela cidade solicitou a uma entidade feiticeira, intitulada Cacique Cobra Coral, a intervenção para que não chovesse durante as festividades que se fizeram durante a passagem do ano! (Veja a matéria publicada no Portal Creio).
A feitiçaria é um terrível pecado: ela representa o menosprezo humano pelo Senhor Deus Todo-Poderoso. É necessário que se leia Isaías, 47: 8-15. O Senhor Deus dos Exércitos cobrará a pretensiosa soberba do coração humano.
A atitude de considerável parte dos políticos, legisladores e juízes desta terra lembra a arrogância estúpida do Faraó que, diante da solicitação de Moisés, em nome do Senhor Eterno, disse: “... “Quem é o Senhor, cuja voz ouvirei...? “Não conheço o Senhor...” (Êxodo 5: 2). A pior atitude que um ser humano pode tomar é a de ignorar a Deus. Quem poderá se pôr contra Ele? Quem pode ignorá-Lo?
A Palavra de Deus é absolutamente explícita ao expor a chaga da descrença humana. “Quem crê nele não é condenado; mas quem não crer já está condenado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus. E a condenação é esta: que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz, porque as suas obras eram más” (João, 3: 18-19).
O apóstolo Paulo, na Carta aos Romanos, 11: 22, instrui para que os homens considerem a bondade e a severidade de Deus. Aquela passagem mostra que o Deus verdadeiro age sempre benignamente com relação à humanidade, mas há o momento em que a bondade cede lugar à severidade da repreensão e do castigo. Deus dá graça aos humildes, mas abate os soberbos (Tiago 4: 6), como também se pode confirmar nas seguintes passagens bíblicas: Salmo, 94: 2; Isaías, 2: 12; Romanos 1: 28-30.
Este mundo, em sua altivez, descrença e rebeldia não será tolerado pelo Senhor. As portas da oportunidade ainda estão abertas; caso não haja arrependimento, porém, a pesada mão da severidade divina se fará sentir sobre os incrédulos da Terra.
Cabe à Igreja de Cristo, povo separado desse contexto, não se calar diante dessas irreverências e — como fizeram os profetas Elias, Jeremias, João Batista, entre outros — apontar os pecados, que separam do seu Excelso Criador e Senhor a humanidade.

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