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domingo, 10 de outubro de 2010

VAMOS ESCOLHER O REI!

Devido à idade avançada do profeta Samuel, tornaram-se juízes em Israel os seus filhos, Joel e Abias. Esses, porém, não se conduziram no caminho em que foram ensinados e causaram decepção à nação. À vista daqueles desmandos, os líderes do povo procuraram o velho profeta, a fim de solicitar uma nova forma de governo.
O descontentamento com as administrações humanas vem de épocas distantes, mas o ponto central do enredo está no despreparo que têm os indivíduos para fazer uma escolha acertada.
Ora, a nação de Israel vivia sob um governo teocrático, portanto, era necessário consulta a Deus, sempre que houvesse qualquer assunto a se resolver. Não foi o que fizeram aqueles anciãos israelitas. Na verdade, eles se interessaram pelo modelo de administração vigente em um mundo pagão. Por isso, dirigiram-se a Samuel para pedir um rei, à semelhança dos que havia em outros povos.
Quando os que estão debaixo da orientação divina procuram desviar-se dela e tendem a copiar o que há no mundo, o resultado é desastroso. O profeta Samuel, que vivia em intimidade com Deus, reprovou a proposta e a apresentou ao Senhor. A resposta foi que os anciãos desprezaram a orientação divina. Era o passo para tudo resultar errado. A Bíblia relata quão maléfico foi o reinado de Saul. O homem vê o que lhe está ao redor, mas Deus conhece o efeito bem antes de surgir a causa.
Hoje, em pleno outubro de 2010, o Brasil vive a responsabilidade de escolher seu próximo governante. Não vivemos uma teocracia nacional; o Estado é laico. Entretanto, se a Terra, com tudo que nela há, pertence ao Senhor, as decisões humanas que se mostrem opostas à orientação divina, resultarão bastante prejudiciais a toda a nação.
Tem-se observado que os candidatos, no afã de conquistar seus interesses pessoais, mantêm-se “com um pé atrás”, quando enfrentam questões que os colocarão em acordo ou em oposição aos ditames bíblicos. Afinal, o Estado é laico; mas, paradoxalmente, os brasileiros formam uma comunidade de maioria dita cristã!
Essas colocações devem fazer o povo de Deus pensar nas decisões que tomarão diante das urnas. Não se duvide de que haverá um resultado mais ameno ou mais agressivo com relação aos posicionamentos cristãos. Sabe-se que diante de certas circunstâncias é necessário buscar o esclarecimento do Senhor, mas é possível crer que essa instrução já é clara. Como afirma Silas Malafaia, não é hora de orar, mas de marchar. Já não é hora de se perguntar a Deus em quem votar: Deus dá sabedoria para o crente discernir quanto ao que deve ser rejeitado.
Apenas o lembrete final: haverá um resultado que não admitirá arrependimento.

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