O Senhor Jesus esclareceu: "... Eu disse essas coisas para que em mim vocês tenham paz. Neste mundo vocês terão aflições; contudo, tenham ânimo! Eu venci o mundo" (João 16.33).
Jesus nos dá um meio para superação das aflições neste mundo: estar nele. "... para que em mim vocês tenham paz". Parece que, geralmente, nós estamos mais preocupados com as aflições que nos sobrevêm do que com estar em Cristo, motivo por que sofremos ainda mais.
Por outro lado, sempre imaginamos como "aflições" os eventos que ferem os nossos sentidos: o declínio da nossa saúde física, ou da nossa tranquilidade financeira. Enganamo-nos nisso.
Faz parte das aflições neste mundo a nossa preocupação excessiva com o que é terreno:sejam essa preocupação a nossa atividade profissional, ou o nosso ardente desejo de sucesso perante a sociedade, inclusive o nosso anelo em ocupar posição de destaque na nossa congregação. Enfim, devermos pôr na conta de "aflições" a serem vencidas tudo quanto nos impede de uma vida em Cristo, porque somente nele teremos paz.
Ter paz não é estar livre de percalços; é saber como ultrapassá-los. Tendo a paz de Cristo, o mundo perde a atração sobre nós, logo, não nos sufoca na exploração da concupiscência da carne. Tendo a paz de Cristo, somos atraídos para priorizar uma vida de serviço no Reino de Deus. Tendo a paz de Cristo, damos conta de que a existência terrena é passageira e a sua duração não é administrada por nós, nem pelo nosso esforço.
Assim sendo, as nossas costumeiras desculpas para não organizamos uma vida que priorize o Reino de Deus são desculpas irresponsáveis, originárias de um coração concupiscente das coisas deste mundo, ainda que, aparentemente, não esteja à vista essa maneira pecaminosa de viver.
A igreja destes dias vem diminuindo a sua atividade cristã, porque "não temos tempo" para cultuar no templo (o culto congregacional já não está na lista das nossas prioridades para com Deus); não temos tempo para a oração na igreja, nem para o estudo bíblico conjunto. Já não participamos das atividades de louvor a Deus, pois não temos tempo para ensaios. Tão grave é o crescimento das nossas preocupações pessoais, que muitos já não têm tempo para participar de uma reunião ordenada pelo Senhor Jesus: a Ceia!
Que igreja estamos formando hoje? Que evangelho anunciamos ao mundo? A quais das orientações e repreensões apostólicas estamos sujeitos? Diante do que a Palavra de Deus expressamente nos diz, que resposta temos a dar? A que igreja, ou igrejas, descritas em Apocalipse 2 e 3 nos conformamos?
Temos ouvidos para ouvir o que o Espírito diz às igrejas, ou caminhamos de modo inexorável para uma grande decepção diante daquele que nos oferece a sua paz?
A paz de Cristo não nos livra simplesmente de dores e perseguições; ela aí está para nos livrar das aflições que a nossa própria indolência espiritual nos causa.
Por outro lado, sempre imaginamos como "aflições" os eventos que ferem os nossos sentidos: o declínio da nossa saúde física, ou da nossa tranquilidade financeira. Enganamo-nos nisso.
Faz parte das aflições neste mundo a nossa preocupação excessiva com o que é terreno:sejam essa preocupação a nossa atividade profissional, ou o nosso ardente desejo de sucesso perante a sociedade, inclusive o nosso anelo em ocupar posição de destaque na nossa congregação. Enfim, devermos pôr na conta de "aflições" a serem vencidas tudo quanto nos impede de uma vida em Cristo, porque somente nele teremos paz.
Ter paz não é estar livre de percalços; é saber como ultrapassá-los. Tendo a paz de Cristo, o mundo perde a atração sobre nós, logo, não nos sufoca na exploração da concupiscência da carne. Tendo a paz de Cristo, somos atraídos para priorizar uma vida de serviço no Reino de Deus. Tendo a paz de Cristo, damos conta de que a existência terrena é passageira e a sua duração não é administrada por nós, nem pelo nosso esforço.
Assim sendo, as nossas costumeiras desculpas para não organizamos uma vida que priorize o Reino de Deus são desculpas irresponsáveis, originárias de um coração concupiscente das coisas deste mundo, ainda que, aparentemente, não esteja à vista essa maneira pecaminosa de viver.
A igreja destes dias vem diminuindo a sua atividade cristã, porque "não temos tempo" para cultuar no templo (o culto congregacional já não está na lista das nossas prioridades para com Deus); não temos tempo para a oração na igreja, nem para o estudo bíblico conjunto. Já não participamos das atividades de louvor a Deus, pois não temos tempo para ensaios. Tão grave é o crescimento das nossas preocupações pessoais, que muitos já não têm tempo para participar de uma reunião ordenada pelo Senhor Jesus: a Ceia!
Que igreja estamos formando hoje? Que evangelho anunciamos ao mundo? A quais das orientações e repreensões apostólicas estamos sujeitos? Diante do que a Palavra de Deus expressamente nos diz, que resposta temos a dar? A que igreja, ou igrejas, descritas em Apocalipse 2 e 3 nos conformamos?
Temos ouvidos para ouvir o que o Espírito diz às igrejas, ou caminhamos de modo inexorável para uma grande decepção diante daquele que nos oferece a sua paz?
A paz de Cristo não nos livra simplesmente de dores e perseguições; ela aí está para nos livrar das aflições que a nossa própria indolência espiritual nos causa.

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