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terça-feira, 30 de agosto de 2016

FILHO DE PASTOR DEVE TAMBÉM SER PASTOR?

Não necessariamente. Porém, não há problema em que um pastor seja descendente de pastores. O que deve ser observado é que na Igreja não há linhagem levítica; então, filho de pastor não precisa ser, obrigatoriamente, pastor.
Caso ele aspire ao ministério, terá que passar pelos mesmos processos por que passam os demais candidatos, e devem ter, acima de tudo, comprovada vocação divina para ser obreiro.
Ninguém precisa me dizer que há nepotismo eclesiástico; mas isso está absolutamente errado. A questão é que muitas igrejas têm-se tornado entidades que passam de pai para filho como se herança da família fossem. Isso é grave erro contra a Igreja que Jesus instituiu. Pedro, João, ou Paulo eram proprietários de alguma igreja? Qual a relação dos membros com uma igreja assim constituída? São servos do pastor? Claro que não.
Todavia, é necessário cautela para se fazer a avaliação de tal problema, já que o presbiterato - ou o episcopado - não é cargo no plano material; portanto, ninguém vai-se arriscar a arrancar um joio que talvez seja trigo. Jesus já alertou sobre isso.
A prudência paterno-pastoral é que deve ser cautelosa com essa questão, a fim de não pôr abaixo, muitas vezes, um trabalho que resulta de anos de ministério profícuo.
Ev. Izaldil Tavares de Castro.

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