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sexta-feira, 1 de abril de 2016

QUANDO MOSTRAR MUITO SERVIÇO NÃO É BOM SINAL

No decorrer da minha (longa) experiência profissional encontrei inúmeros colegas que sentiam grande satisfação em se mostrarem imensamente prestimosos.
Eram pessoas que carregavam uma caixa de lenços descartáveis, para o caso de o chefe espirrar.
Pouco lhes importava o que pensavam os colegas: eles amavam estar ao redor da chefia, mostrando-se "prestativos". Gente, de fato, ridícula, sem amor próprio, capaz de trocar a dignidade por um elogio insípido.
Observando aqueles tipos durante quase quatro décadas, pude também identificar seus pares dentro das igrejas.
Eles e elas existem!
Trata-se de gente que, embora não cumprimente o porteiro, não perde a vez de carregar o material daquele que estiver em evidência. Os tais já eram apontados por Tiago, irmão de Jesus (Tiago, 2.1-9).
Não são poucos esses irmãos; eles estão em todas as igrejas.
Outra característica dessa espécie de indivíduos (homens ou mulheres) é a demonstração pública de "santidade". Eles cantam com mais volume de voz; se houver palmas, sempre suas mãos dão duas ou três efusivas palmadas a mais. Na oração conjunta, sua voz chega antes ao céu.
Entretanto, a minha experiência tem anotado que também essa espécie "sui generis" é a que mais cria problema em seu ambiente, pela própria necessidade do destaque. A evidência os atrai terrivelmente.
Na área profissional, são indivíduos absolutamente perigosos, pois abrem mão do escrúpulo. No seio da Igreja, onde impera a tolerância, a espécie encontra um perfeito ambiente para proliferação. Entretanto, problemas virão. É esperar prudentemente.
Quase sempre, no meio dos intrincados problemas que terminam dando dor de cabeça ao pastor há um ou mais desses "seres especiais".
Ev. Izaldil Tavares de Castro.

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