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sexta-feira, 1 de abril de 2016

CRENTE NÃO É UM CHATO DE GALOCHAS

 A Bíblia diz que o cristão tem alegria perene, porque recebeu a vida nova em Cristo Jesus. O apóstolo Paulo recomenda: "Regozijai-vos sempre" (1 Tessalonicenses, 5.16). A alegria de espírito é a marca do verdadeiro cristão.
A alegria do crente provém de uma fonte inesgotável: aquela água a que Jesus se referiu: "... aquele, porém, que beber da água que eu lhe der, nunca mais terá sede, para sempre; pelo contrário, a água que eu lhe der será nele uma fonte a jorrar para a vida eterna" (João, 4.14)."Quem crer em mim, como diz a Escritura, do seu interior fluirão rios de água viva" (João, 7.38).
Essa água salvadora é fonte de alegria inesgotável. O sedento, ao contrário, é um sofredor; nele não há sorriso, nem alegria; mas, tristeza que lhe marca a face.
Jesus empregou o verbo fluir! Isso remete a abundância ininterrupta; em Jesus não há águas estagnadas: os "rios de água viva" denotam alegria incontida, perene. Enfim, crente não é um cidadão amargurado, nem preso, nem leva uma vida introspectiva.
Por outro lado, a mesma Bíblia aponta-nos o ímpio como pessoa amargurada, irascível, da qual o rei Saul é um exemplo. Jezabel, a rainha perversa, era mulher raivosa, intratável. O que dizer de Judas Iscariotes, o que traiu o Senhor?
Visto isso, não há como aceitar cristãos que transformam o evangelho em cadeia onde se prendem os homens, estabelecendo-lhes preceitos que fogem à verdade do Senhor Jesus. Já nos cansamos de pessoas que amam a controvérsia desnecessária. Já nos cansamos das pessoas que, antes de compreender o que se propõe, estão, a priori, com armas prontas, a fim de "cavar" um desconforto. Tais indivíduos julgam-se incapazes de que alguém os ouça, por isso, partem logo para um posicionamento antagônico. Vestem sempre uma capa de falsa santidade; são fariseus no pior sentido.
Saul vivia à procura de falhas inclusive no profeta Samuel. Vivia a perseguir a Davi. A miserável Jezabel ansiava pela morte de Elias.
Muitos crentes, hoje, vivem à procura de erros nos outros; tornam-se donos de sua própria verdade; metralham igrejas, pastores, ministérios; já que a única correção é a que lhe vem à mente. Os tais amam a queda alheia, pois, assim, justificam a sua identidade de D. Casmurro. São eles os crentes "chatos de galochas" Mas não tão crentes assim.
Ainda em tempo, espero que as minhas colocações não sirvam de apoio aos galhofeiros e irresponsáveis: já que esses pendem para o oposto, sendo igualmente reprováveis. Crente verdadeiro tem o equilíbrio que o Mestre lhe deu: sabe andar em águas rasas, ou em águas profundas. Crente verdadeiro caminha alegremente para o futuro preparado por Jesus Cristo.
Ev. Izaldil Tavares de Castro.

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