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segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

UM POUQUINHO DE AZEITE PARA MUITAS VASILHAS VAZIAS

Ontem, no culto dominical, ouvi atentamente a mensagem trazida pelo Pr. Ricardo Brunelli. Ele abordou a passagem registrada em 2 Reis, 4. 1-7; que relata o episódio em que o profeta Eliseu aumenta o azeite da viúva pobre.
Interessante a abordagem de que existe a necessidade de que haja vasilhames vazios, porque Deus não completa conteúdos preexistentes. É necessário o esvaziamento pessoal, para que Deus possa agir como Ele quiser.
À medida que ouvia a pregação, meu coração passeava pela variedade de sentidos que uma passagem pode ter, quando nela pomos a atenção espiritual. Algo me dizia da possibilidade de se acrescentar uma outra abordagem, coincidente com aquela que Deus dera ao Pr. Ricardo Brunelli.
O texto diz que a viúva (mulher sem arrimo) era pobre (sem bens de que se valesse). A viúva tinha quase nada. Por que quase?
O profeta perguntou a ela; "O que é que tens em casa?" Ela respondeu-lhe: "Tua serva não tem nada em casa, senão uma botija de azeite".
Na concepção dela, uma botija de azeite nem tinha serventia. Era pouquíssima coisa: um nada!
Quantas vezes não valorizamos o que temos, por achar tão pouco. Somos nada, Temos nada. Nada podemos, porque tudo quanto se nos apresenta é muito pouco, inservível.
Qual a nossa situação espiritual? Muito baixa.Temos apenas uma "botija de azeite". Somos servos incapazes, fracos. Nosso trabalho não conta, nossa participação é totalmente dispensável!
Muitas vezes pensamos que Deus só usa grandes vasos, cheios de muito azeite, cheios de saberes e de possiblidades enormes. Eles, sim! Eles produzem mais e mais!
O profeta, porém, mostrou que Deus usa o pouco para fazer muito! Glória a Deus!
A viúva teve que sair à procura de vasos que nada continham: vazios; nem o equivalente a uma botija tinham!
Hoje o Senhor conclama aqueles que só têm uma ínfima botija de azeite e nada mais, para que saiam à procura de vasilhas vazias. Quantas vasilhas vazias há no mundo? Cântaros enegrecidos pelo tempo; jogados a um canto.
Com nossa singela botija de azeite, imprestável para pagar dívidas, inservível para fazer refeições, Deus fará uma grande obra: encherá, a partir da nossa botija, tantos vasos vazios quantos sejam os que trouxermos até ele. Haverá sempre vasos a serem enchidos, e nenhum permanecerá vazio, porque a força não está em nossas capacidades, mas no maravilhoso poder de Deus. Amém!

Um comentário:

  1. Gostei demais da verdade que o irmão incorporou a visão pastoral. Continue assim. É do ouvi a palavra de Deus que nossa fé se desenvolve para outros embates maiores. Fica na paz de Deus.

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