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segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

QUEM DIRIGE VOCÊ?



Segunda-feira. Enquanto tomo café, ouço as notícias que a mídia decidiu nos entregar. Sim, a mídia decidiu nos entregar, porque domina o ser humano, porque orienta a sua linha de “raciocínio” sobre a vida e seus eventos. Tomo café e penso, enquanto as notícias me caem à mesa: parece que somos marionetes. Há quem controle os fios que determinam as ações.

Não conheço determinada figura do mundo artístico, nem algum político deste (ou de outro) país. Não estou interessado nas promoções da indústria automobilística, nem nas ofertas de um comércio de olho na proximidade do Natal. Como disse o poeta, “é a parte que te cabe”. E daí? Crianças não suportam engolir a verdura do prato, mas nós as fazemos engolir, porque decidimos que lhes faz bem.

As pessoas vivem como figuras amarradas com ataduras, como as múmias; o sistema faz de cada homem o que quer. Que sistema é esse, que repete em nos ouvidos uma mentira: “você é livre!”. Lamentavelmente, o próprio homem coopera, às cegas, para a construção de um sistema que o oprime.

Diz a mídia: “essas são as notícias que formatarão o seu dia. Absorva-as, comente-as com seus pares. Está tudo pronto, você não precisa pensar, avaliar, decidir”. O mundo é opressor.

Mundo é o sistema sociopolítico-administrativo do planeta. Esse é o opressor das pessoas, essa é a máquina diabólica, engendrada para levar cativas mentes e vidas. O mundo não liberta: escraviza. Seu dia (consequentemente seu futuro) está descrito nas páginas dos jornais, nas telas dos aparelhos eletrônicos. Seu papel é agir em conformidade com o que lhe é dado.

Qual a fuga possível a esse homem-múmia? É fácil ver. Esse ser escravizado apela para uma busca crescente do que entende como prazer de ser livre: vai à procura das drogas chamadas lícitas - o álcool, o tabaco; enquanto caminha para drogas chamadas ilícitas – maconha, cocaína, “crack” etc. Quem determina se uma droga é lícita, ou não, é o sistema! O sistema permite que o homem se torne um bêbado; mas não aceita vê-lo drogado com os ilícitos. Impõe limites aos seus escravos.

Bem, mas o sistema fica feliz com seus escravos não-drogados! São cidadãos de respeito, cumpridores das normas e coadjuvantes da máquina que também os engessa. Não há liberdade.

Onde, pois, haverá liberdade?

O princípio da liberdade está ao alcance de toda criatura. Ela começa no ouvir. Os homens vivem uma surdez advinda de sua situação escrava; mas, podem se pôr a ouvir; então, começam a perceber a luz da liberdade. Que tal ouvir as seguintes palavras confortantes, restauradoras:

“... e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”. (Jo 8.32).

“Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida. Ninguém vem ao Pai, senão por mim”. (Jo 14.6).

“Jesus [...] disse-lhes: Errais não conhecendo as Escrituras, nem o poder de Deus”. (Mt 22.29).

Resumindo, deve ficar claro que o homem tem possibilidade de se soltar das amarras que o escravizam. Precisa estar disposto a ouvir. Ouvir o que dizem as Escrituras Sagradas, porque Jesus afirmou isso, quando disse: “Examinais as Escrituras, porque vós cuidais ter nelas a vida eterna, e são elas que de mim testificam...”. (Jo 5.39).

Mas a passagem bíblica não para aí. O versículo seguinte constata a má vontade que impede a liberdade do homem: “... E não quereis vir a mim, para terdes vida”. (Jo 5.40).

A decisão é pessoal. O próprio homem decidirá viver engodado e escravizado pelo sistema mundial, ou liberto para a vida ilimitada, consciente, sem amarras, oferecida por Jesus Cristo.

Deixei de lado o noticiário; terminei meu café, certo de que estou livre da condição de múmia desse sistema danoso. Ouvi as palavras de Jesus e dou crédito a elas. Sou livre porque continuo cristão, graças a Deus.

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