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sexta-feira, 29 de novembro de 2013

FELICIANO, PALAVRÃO E ATO FALHO

Alguém criticou o deputado federal Marco Feliciano que, num de seus discursos eclesiásticos, teria usado uma palavra de baixo calão. Vamos ao fato, porque o tal discurso (pregação) está na mídia.
Não sou partidário de Feliciano; também tenho objeções quanto ao seu posicionamento teológico. Porém, não sou "caçador de seus defeitos" (melhor será caçar os meus!).
Muitas vezes as palavras nos traem; essa, no caso, traiu o deputado. Que é um "ato falho"? É a infelicidade de se trocar uma palavra por outra, geralmente semelhante na forma e na pronúncia, inadvertidamente.
O deputado falava de uso da "espivitadeira", espécie de tesoura para aparar o torrão que se forma no pavio de uma lamparina (leia Êxodo, 25.38). Esse torrão entope o canal do pavio com algo que se chama "borra": material semelhando à sobra do café no coador....
Ora, Feliciano, no auge de sua fala, sem querer, trocou a palavra "borra" por uma parônima de mau gosto. Só isso! Foi ato falho, suficiente para ele apanhar.
Não comento o teor da pregação feliciana; mas, defendo que ele não chegou ao cúmulo de usar o palavrão sugerido. Foi, sim, ato falho.
Ora, palavras parônimas pegam incautos. Poucos diferem "vultoso" de "vultuoso"; "deferir" de "diferir", "custear" de "costear" etc. Tome cuidado para não ser criticado! Dessa vez, o deputado foi "salvo pelo bingo!". Perdão! Foi "salvo pelo bongo!".

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