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quarta-feira, 21 de agosto de 2013

RELIGIÃO PRECISA DE DINHEIRO?



Um dos problemas no comportamento linguístico-social das pessoas chama-se extrapolação. Leem um texto, e acrescentam-lhe aquilo que não consta. Ouvem um relato e aumentam a estória. O outro problema é a redução: a mensagem não é absorvida plenamente, e o indivíduo sai para "explicar" o que não leu direito. Além disso há comportamento de má fé, procurando e gerando ambiguidades, pela geração de contextos indevidos e preconceituosos.
Fala-se muito da questão econômico-financeira das entidades religiosas; propaga-se que a salvação da alma não é cobrada, é oferecida gratuitamente. Sim, isso é verdade. A salvação da alma é um resgate que Jesus Cristo fez, quando entregou a sua vida. Todo aquele que nele crê e o confessa publicamente será salvo. Nada se paga pela salvação.
Parece estarem cobertos de razão os que combatem o aspecto econômico nas entidades religiosas, tendo em vista a "gratuidade" da salvação.
Entretanto, essa mesma salvação deve ser apregoada, anunciada ao mundo, como ordenou o próprio Salvador Jesus Cristo. Ele disse "Vão e anunciem".
Como se irá, neste século, sem os meios necessários à propagação do evangelho. Dessa forma, os "puritanos" que se mostram avessos ao "dinheiro nas entidades cristãs" mostram-se, na verdade, materialistas e mesquinhos. Querem fazer parte de um trabalho que nada lhes custe, mas que lhes rendam as bênçãos divinas.
A crítica, porém, não deve ser poupada contra os que se aproveitam das necessidades da evangelização para se abarrotarem daquilo que os fiéis depositam em suas contas. Esses são mercenários; devem ser expostos ao público e à Justiça.

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