sexta-feira, 26 de julho de 2019
COMO TRATAR OS GENTIOS?
"... Se ele se recusar a ouvi-los, contem à igreja; e, se ele se recusar a ouvir também à igreja, tratem-no como pagão ou publicano". (Mt 18.17 NVI).
Essas são as instruções do Senhor sobre como agir com os rebeldes: tratá-los como pagãos ou publicanos.
Pagão é o mesmo que gentio. Os gentios, entre os judeus, eram pessoas alheias ao meio religioso; publicanos eram os cobradores de impostos para o império romano, os quais, geralmente, eram desonestos e roubadores do contribuinte; por isso, eram mal vistos na sociedade e excluídos dos assuntos religiosos.
Como tais deve a igreja tratar os rebeldes. Esses devem ser postos à margem dos assuntos pertinentes à igreja.
Muitos crentes mantêm, erradamente, com os afastados uma relação de fraternidade eclesiástica, em nome do amor cristão. Não é isso que ensina a Palavra de Deus. A preservação da sã doutrina é indispensável!
Por outro lado, muitos líderes ensinam, também com base na má interpretação do texto, que os desviados da doutrina devam ser totalmente ignorados, mandam que "ninguém fale com eles".
Cabe uma pergunta: Como Jesus tratou gentios e publicanos? Os líderes ensinam o modo cristão de relacionamento com os de fora? Não o ensinam!
Qual então a maneira de entender o que disse Jesus no ensino aqui mencionado?
Entendo que aos desviados da verdade bíblica, aos insubordinados, recusemos a comunhão cristã, o trato dos assuntos pertinentes à igreja, ou assuntos doutrinários, porque eles recusaram a oferta de reconciliação.
Entretanto, no que se refere ao trato social, secular, não devemos isolá-los, porque Jesus não agiu assim, e, talvez, a nossa conduta humanamente polida possa, ainda, despertá-los para o resgate de suas almas.
Creio, portanto, que Jesus nos deu os parâmetros do tratamento a ser dispensado aos que se tornaram "gentios e publicanos"
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