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terça-feira, 12 de julho de 2016

PARA NÃO COLHER CHORANDO


Não se deixem enganar: de Deus não se zomba. Pois, o que o homem semear, isso também colherá” (Gálatas, 6.7).

Não há uma pessoa sequer que discorde da enorme dificuldade que assola não só o Brasil, mas todo o mundo. Os problemas avolumam-se em proporção geométrica e incontrolável; os homens têm-se tornado, a cada dia, mais insensíveis, mais incrédulos, mais dispostos a trazer para si mesmos aquilo que não lhes pertence, ainda que seus atos prejudiquem a outrem. A criminalidade na área da agressão física já não tem limites; a moral desapareceu tanto da vida privada quanto das instituições públicas e governamentais. O ser humano decidiu viver afastado do seu Criador.

A lei da colheita é inalienável e conhecida de todos: ninguém pode negar que colherá exatamente o que semeou. Mas o ceticismo das respostas a esses problemas revela a estupidez deste mundo, confirmando o que diz o registro do profeta Jeremias: “... Mas este povo tem coração obstinado e rebelde; eles se afastaram e foram embora” (Jeremias, 5.23).

A rejeição ao domínio divino é a causa de todo o sofrimento em que se encontra a humanidade. O mesmo profeta menciona: “(Vocês) Não dizem em seu íntimo: ‘Temamos o Senhor, o nosso Deus; aquele que dá as chuvas do outono e da primavera no tempo certo e nos assegura as semanas certas da colheita. Porém os pecados de vocês têm afastado essas coisas; as faltas de vocês os têm privado desses bens” (Jeremias, 5.24-25).

O pecado faz as pessoas criarem as suas próprias diretrizes; os homens julgam-se mais sábios do que o próprio Deus: prescindem dele. Os homens ainda fazem prevalecer a “Lex talionis”; um conjunto de leis formuladas pelo rei Hamurabi, da Babilônia, aproximadamente no século XVIII a.C., com base na máxima: “Olho por olho, dente por dente”. Jesus Cristo veio abolir essa retribuição do mal com o mal; “Vocês ouviram o que foi dito: ‘Olho por olho e dente por dente’. Mas eu lhes digo: Não resistam ao perverso. Se alguém o ferir na face direita, ofereça-lhe também a outra. E, se alguém quiser processá-lo e tirar-lhe a túnica, deixe que leve também a capa...” (Mateus 5.38-40).

Nossos dias rejeitam de forma desastrosa o ensino de Cristo, mesmo entre os que se declaram cristãos, os quais são maioria no Brasil. Declarar-se cristão é tão vazio quanto declarar-se generoso, caso essa declaração não se exemplifique no viver diário. Colhemos o que, de fato, plantamos; não o que dizemos plantar!

Não haverá melhora nem cura para essa sociedade incrédula que caminha rápido para a destruição. Há, sim, salvação para os que, reconhecidos de seu pecado contra Deus - a rebeldia – buscam a providência redentora da cruz de Cristo e a ele declaram a fidelidade. O amor de Deus é tão perfeito que se equilibra com a sua justiça.

Deus não é um pai pusilânime, que se esconde detrás do falso amor apropriado a acobertar a injustiça. O amor de Deus não é incondicional - como se proclama por aí. O imensurável amor de Deus é diretamente proporcional à sua imensurável justiça. Por isso, perfeito!

Esse tão grande amor propõe a você e a mim o exato e único caminho para a salvação desses terrores que assolam toda a humanidade: Jesus Cristo!

Porque Deus tanto amou o mundo, que deu o seu Filho Unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Pois Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para condenar o mundo, mas para que este fosse salvo por meio dele. Quem nele crê não é condenado, mas quem não crê já está condenado, por não crer no nome do Filho Unigênito de Deus” (João, 3 16-18. O grifo é meu).

Quem é o mundo? Não é a massa geográfica, nem os sistemas políticos; mas o próprio ser humano é o objeto desse tão grande amor e justiça de Deus. Medite nisso e faça a sua escolha, lembrando que sua colheita virá.

Ev. Izaldil Tavares de Castro.

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